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Inovação criada pela CUF

novembro 2015

Estamos numa das salas de controlo do site industrial da CUF - verdadeiro coração da fábrica, onde se alinham vários técnicos olhando para diversos ecrãs, colocados em diferentes níveis. Traduzidas em imagens de fácil leitura, podem-se reconhecer nestes ecrãs todas as fases de produção.

Aqui tudo está controlado e é possível analisar, em tempo real, o que se está a acontecer e intervir de modo a optimizar todo o processo fabril.

 

Embora no pólo industrial da CUF coexistam edifícios de várias idades, mostrando o melhor que se fez neste sector ao longo da história da indústria em Portugal, as actuais fábricas estão muito longe de serem as unidades do século XIX, cheias de operários a trabalhar em condições adversas - hoje na nave da fábrica quase não se vê gente, são as máquinas que controlam.

 

No exterior, em toda a zona das fábricas, os trabalhadores circulam de bicicleta entre edifícios, munidos de capacete e com uma bolsa com a máscara. Todos os equipamentos e cuidados de segurança são respeitados. 

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No edifício principal do complexo, Eduardo Teiga, director técnico da CUF, explica os principais marcos na automação na empresa: “Inicialmente, os pólos de automação eram pontuais, funcionavam como uma espécie de ilhas, isoladas entre si. A nossa primeira prioridade foi compatibilizar, sempre que justificável, os equipamentos que eram de vários fabricantes, assim como os processos, de modo a poder ter uma equipa de excelência, capaz de vir a implementar todas as necessidades que uma Empresa com tecnologia de produção própria exige”.

 

Mas, para além de garantir a automação total das fábricas, os dados disponibilizados pelos sistemas de controlo podiam ser utilizados com ainda maior vantagem. Ter automação e controlo processual não basta. É necessário aproveitar o manancial de informação para a melhoria contínua e gestão. Assim, foi concebido e implementado de raiz um sistema de informação, que integrando automaticamente essa informação, fosse capaz de a disponibilizar aos vários níveis de gestão, de uma forma intuitiva e flexível, consolidando dados reais e integrando-os, sem esforço adicional, inclusive no ERP da CUF. Assim, nasceu o SIAP, que hoje constitui uma ferramenta indispensável, que promove a transformação de dados em informação e conhecimento e estas em acção”, explica Eduardo Teiga.

 

Mas a inovação na CUF não se esgota na automação, passa por promover, sistematicamente e a todos os níveis, uma cultura de inovação com o objectivo de criar novas soluções e aperfeiçoar os processos produtivos.

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